terça-feira, 22 de agosto de 2017

Vitória-régia

Vitória-régia
É conhecida pelo nome de vitória-régia uma das maiores plantas aquáticas do mundo. Com um aspecto exuberante e ornamental, ela pertence à família Nymphaeceae e é nativa da região amazônica. É dotada de folhas circulares, enormes, que podem alcançar até 2,5 metros de diâmetro. Seus bordos alcançam até 10 cm e revelam uma face inferior espinhenta e avermelhada. Possui ainda uma notável capacidade de flutuação, devido a uma rede de grossas nervuras e compartimentos de ar em sua face interior. A superfície da folha apresenta uma intrincada rede de canais para o escoamento da água, o que também auxilia na sua capacidade de flutuar, até mesmo sob chuvas fortes.
A vitória-régia depende bastante das inundações do rio Amazonas para a sua sobrevivência, pois à medida que as águas sobem, crescem também as suas hastes (pecíolos), que ficam longuíssimos, chegando a medir até cinco metros de comprimento. O nível alto das águas permite à plante viver cerca de dois anos. Caso as águas se mantenham baixas, a planta não consegue sobreviver.
Os povos indígenas locais conhecem-na pelos nomes de Uapé, Iapucacaa, Aguapé-assú, Jaçanã, ou Nampé; os índios guaranis ainda a chamam de Irupé. Seu nome mais popular, porém, surge a partir da iniciativa de um pesquisador inglês que levou as sementes para serem plantadas, nos jardins do palácio real em Londres. Lá, a planta recebeu o nome de Vitória, em homenagem à famosa rainha do fim do século XIX.

Além de sua destacada beleza e perfume, a raiz da vitória-régia é um tubérculo parecido com a mandioca (inhame), rico em amido e sais minerais, e por isso mesmo é consumido frequentemente pelos locais. Seu cultivo é delicado, e seu desenvolvimento só acontece em meio ao calor equatorial, tendo ainda pouca tolerância ao frio. Suas flores brotam nos meses de janeiro e fevereiro, e duram apenas 48 horas, abrindo somente à noite e apresentando cores brancas no primeiro dia e rosadas no segundo e final dia, com várias camadas de pétalas. Suas pétalas podem ainda atingir até trinta centímetros de diâmetro e, no meio delas, encontra-se um botão circular onde estão localizadas uma grande quantidade de sementes, que irão se depositar no fundo das águas, a cada mês de agosto. À medida em que recebem a ação dos raios solares, elas se enterram no lodo e endurecem. Tais sementes constituem uma fonte de alimento para os índios e também para as aves da região. Estas últimas, aliás, são responsáveis por espalhar as sementes da vitória-régia, perpetuando assim sua existência.

Rosa do deserto

As rosas-do-deserto (Adenium spp) são plantas suculentas belíssimas, de caule escultural e floração euberante, que vem encantando jardineiros no mundo todo. Mas elas tem seus segredinhos para encorpar o caule e as raízes, além disso, você pode estimular florações espetaculares com essas dicas. Vamos a elas?
1. Iluminação: As rosas-do-deserto são plantas exigentes em luz. Elas devem tomar pelo menos seis horas de sol por dia, caso contrário não florecem ou florecem pouco. Na falta de sol, também podem acontecer duas coisas: estiolamento (crescimento débil em comprimento) ou uma tendência em procurar luz, fazendo com que a planta fique torta para um só lado.
2. Temperatura: As Rosas do Deserto não gostam do frio. Em baixas temperatura, seu metabolismo fica muito lento, dormente. Quando expostas ao frio, as folhas ficam amarelas e caem. Deixam de florescer, e se estiverem floridas as flores caem. Nestas condições, as regas devem ser bem espaçadas, até porque não vão aproveitar muito as irrigações. Uma estufa seria uma saída interessante para manter a planta em crescimento vegetativo em locais com inverno mais rigoroso, como no sul do Brasil e nas regiões serranas.
3. Substrato: O substrato para Rosas-do-deserto é bem específico, mas fácil de compôr. Ele deve ser rico em potássio, fósforo e cálcio, leve e essencialmente bem drenante. No entanto, por ser um substrato drenável, é frequente a perda de nutrientes, que são constantemente lavados durante as regas e as chuvas, por isto adubações complementares são muito bem vindas. O nitrogênio é um nutriente que deve ser usado com cautela, pois pode provocar um desenvolvimento excessivo na planta. Temos aqui um artigo que fala sobre estre assunto. Veja mais em: Substrato para rosas-do-deserto
4. Podas: Não tenha medo de podar sua rosa-do-deserto. As podas são imprescindíveis para dar forma à planta e servem também para estimular as florações. Tenha cautela ao usar as podas para induzir o florescimento. Use como último recurso. Antes disso, melhore a adubação, dando mais atenção aos nutrientes citados acima. Para dar formato à planta, pode-se usar também recursos dos bonsaista, como “aramar” os galhos ou então usar fios de barbante para ancorá-los. Faça sempre cortes em bisel nos ramos, evitando assim o acúmulo de água nos ferimentos. O pó de canela tem sido usado com sucesso como cicatrizante nos cortes, prevenindo o aparecimento de doenças fúngicas.
5. Propagação: A Rosa do Deserto pode ser propagada por sementes ou estacas. Se a opção for sementes, deixe-as de molho em água não clorada para se hidratarem. O tempo mínimo na água é de duas horas. Podem também ser plantadas sem este tratamento, mas neste caso o tempo para germinação aumentará em 2 a 3 dias. Depois de hidratadas, plante em recipientes individuais e bem identificados. Estes recipientes podem ser copinhos de plásticos de 200 ml ou bandejas de isopor com células individuais. As bandejas de 128 células, facilmente encontradas em agropecuárias, são ideais. O tempo para as sementes germinarem varia de 2 a 4 dias. Durante este período, mantenha o substrato constantemente úmido. Quando todas estiverem germinadas reduza a irrigação para uma ou duas vezes por dia e, a medida que forem crescendo, a irrigação deve ser gradativamente espaçada. As mudinhas devem ficar sob sol pleno para irem se acostumando a esta condição de luminosidade. O momento para o transplante é quando a mudinha estiver com 3 pares de folhas definitivas. Depois de 6 a 8 meses de germinadas as pequenas plantas começam a florecer.
Outra forma de propagá-las é por estacas. Aproveite as podas para fazer mudas por estaca, mas lembre-se que essas mudas não desenvolvem caudex como as originárias de semente. Veja mais sobre a propagação por estaquia em: Estaquia da rosa-do-deserto (com vídeos)
6. Adaptação: Se você comprou sua planta num viveiro ou supermercado, é normal as folhas e flores caírem, não se preocupe. As folhas vão amarelecer e cair, assim como as flores. Isto é normal, pois elas mudaram drasticamente de ambiente. Não faça transplante e nem adube até que sua planta esteja totalmente adaptada ao novo local, demonstrando crescimento.
7. Irrigação: Uma das formas de saber se sua planta esta com sede é apertando o caudex (caule) de leve. Se estiver murcho, isso significa que a planta está desidratada. Neste caso, faça uma boa irrigação, mas sem encharcar e verifique constantemente o substrato. Caudex murcho, pode também ser podridão. Quando apertar o caudex, e verificar que está murcho, aperte outra parte do caudex. Se também estiver murcho, é quase certo que sua planta está realmente desidratada. Caso contrario pode ser podridão.
Planta pendurada, logo após completa remoção de parte apodrecidas da raíz.Foto de Sinval
Planta pendurada, logo após completa remoção de parte apodrecidas da raíz.
8. Podridão: Se sua rosa-do-deserto estiver podre, não se desepere, muitas vezes há salvação. Limpe todas as raízes, ficando assim com as raizes nuas. Com uma colher, elimine toda parte lesionada (podre) e pendure a planta num local com sombra. Deixe a planta nestas condições (pendurada) até que cicatrize toda ferida aberta. Isto levará no mínimo uns 5 ou 6 dias. Depois, replante com um novo substrato. Deixe a planta mais uns 3 a 4 dias na sombra, depois leve-a gradativamente a pleno sol. Nestas condições, também poderá haver perda de folhas.
É bem provável que depois desta operação o caudex fique com um buraco. Este buraco será para sempre. Mas você poderá disfarça-lo usando um cacto, uma pedra ou uma suculenta para tampar.

Bem, por enquanto é só. Espero ter contribuído para deixar sua adenium ainda mais bonita.

terça-feira, 25 de julho de 2017

Pedrisco

Função dos Pedriscos para jardim:
Os Pedriscos para jardim além de belos ajudam a delimitar áreas, criando caminhos para jardins, plantas, árvores, flores, vasos, forração de jardins, entre outros. Ressaltamos ainda, que os Pedriscos para jardim servem também como dreno.
Características dos Pedriscos para jardim branco:Os Pedriscos para jardim branco são pedras naturais e sofisticadas. É possível encontrá-las em diversos tamanhos. Muito utilizado em todo tipo de decoração.
Características dos Pedriscos para jardim coloridos:
Os Pedriscos para jardim coloridos são naturais e inovadoras, também podemos encontrá-las em diversos tamanhos e em cores variadas. Entre elas citamos o amarelo ouro, amarelo palha, vermelho, verde, cinza, preto e o branco. Também muito utilizado em todo tipo de decoração.
Em outras palavras, fornecemos nossos produtos afim de atingir superar as expectativas de cada cliente, para isso oferecemos os melhores preços, qualidade incomparável, transparência e uma grande variedade de Pedriscos
para jardim.

Seixo

Os Seixos e Pedriscos espalhados pelo jardim podem fazer toda a diferença no projeto paisagístico. Elas dão um colorido especial aos espaços, realçam a textura das espécies, protegem o solo da incidência direta do sol e ainda ajudam a deixar o local mais limpo e organizado. Ficam perfeitos em espelhos d’água e vasos, servem para delimitar ambientes e criar caminhos. São diversos modelos e tamanhos, entre eles o pedrisco branco, pedrisco palha, seixos de rio, seixos branco, seixos polido, seixos de arenito, ágata, entre outros



Limitador de grama


DESCRIÇÃO:Sua utilização serve para que a grama nao se alastre ou que as pedras decorativas nao se misturem ao gramado Confere um belo acabamento ao canteiro mantendo seu formato original por muito mais tempo Produtos aditivado com inibidores UV (Nao resseca em exposiçao ao tempo) Flexibilidade par
a trabalhar em curvas e em linha reta Com borda passante

Manta de bidin

MANTA GEOTÊXTIL
É um produto específico para ser usado na perfeita montagem de vasos e jardineiras. Deve ser usada entre a camada de drenagem e o substrato, impedindo que as duas camadas se misturem, funcionando assim como um filtro, permitindo um melhor escoamento da água, retendo as partículas do solo, evitando o entupimento da camada de drenagem e deixando a planta respirar.
O objetivo é evitar que a água da rega leve o substrato e seus nutrientes, mantendo a camada de drenagem sempre limpa, cumprindo a função de arear e drenar o líquido para o fundo do vaso, evitando a asfixia das raízes.
O substrato e a camada de drenagem totalmente separados, garante um correto equilíbrio entre as funções de cada um dos componentes, garantindo a respiração da planta.

O material não se decompõe e não sofre qualquer tipo de ataque biológico, o que torna o produto ecologicamente correto.

Argila expandida

ARGILA EXPANDIDA
A argila expandida é um agregado  leve, que se  apresenta em forma de bolinhas de cerâmica arredondada, com uma estrutura interna formada por uma espuma cerâmica  com  microporos  e  uma casca rígida e resistente.
A argila expandida é obtida através da mistura de argila e rochas argilosas folheada,  que se expandem a  partir  de  um  processo  térmico a uma temperatura de 1.100 º C,  formando grãos arredondados de tamanhos variados, com baixa densidade.

É usada em drenagens de vasos e jardineiras, pois suas características permitem a remoção do excesso de água, garantem o escoamento e mantém a umidade, criando as condições necessárias para que as plantas tenham um bom desenvolvimento.

Casca de pinus


Atualmente, a casca do Pinus é um dos materiais mais utilizados como forração seca em paisagismo. Seja para cobrir um canteiro ou para manter a umidade do solo é uma excelente opção. Por suas características físicas e biológicas, a casca de pinus é uma alternativa viável de matéria-prima para substrato, isoladamente ou associada a outros materiais.

Húmus de Minhoca:


Húmus de Minhoca: o adubo orgânico mais nobre do planetaUm solo realmente saudável é um solo vivo. Existem milhões de organismos que são fundamentais para a ciclagem de nutrientes no ecossistema edáfico. As minhocas juntamente com cupins, formigas, algumas espécies de besouros e outros insetos formam uma grande rede da macrofauna de decompositores da matéria orgânica. Alem de melhorar a estrutura do solo, a presença de minhocas aumenta a taxa de infiltração, contribui para a formação de agregados e conseqüentemente aumentando à resistência do solo a erosão. O uso de minhocas para acelerar o processo de decomposição da matéria orgânica é chamado de Vermicompostagem.
Sua alimentação é basicamente formada de partículas minerais do solo e resíduos orgânicos como restos vegetais e pequenos animais. Logo ela pode ser considerada onívora, e esse comportamento alimentar que faz das minhocas verdadeiras engenheiras do ecossistema.
Após a ingestão, o alimento passa pelo seu trato intestinal onde sofre a ação de várias enzimas e outros microrganismos presentes tais como, bactérias fixadoras de nitrogênio, catalizadores de hormônios vegetais e solubilizadores de fosfato. Desde modo, um solo com a presença de minhocas sofre alterações em seu pH, e na disponibilidade de nutrientes com destaque para o Calcio, Magnésio, Fosforo, Potássio e Nitrogênio.
No processo digestivo da minhoca, 40% da matéria orgânica consumida é utilizada para seu desenvolvimento e o restante (60%) são transformados em húmus. O que é conhecido como húmus de minhoca nada mais é que seu excremento, também chamado de Coprólito. O húmus influencia diretamente no crescimento das plantas em virtude da presença de hormônios reguladores do crescimento vegetal e ácidos húmicos. Alem disso, estudos recentes também apontam que a utilização do húmus tem um grande potencial de controle de patógenos associados a doenças de plantas, principalmente bactérias e fungos.
Só para ter uma idéia, a concentração média dos principais nutrientes no húmus fica em torno de 1,5% de N (Nitrogênio), 1,3% de P (Fosforo), 1,7% de K (Potássio), 1,4% de Ca (Calcio) e 0,5% de Mg (Magnésio).
Baseado nos benefícios das minhocas tanto para o solo quanto para as plantas, que muitos agricultores estão optando pela produção própria do húmus, processo conhecido como Vermicompostagem. Ou seja, uma decomposição controlada, realizada pela macrofauna do solo, neste caso, as minhocas.
Um exemplo de sucesso de criação de minhocas e produção de húmus é o do Sitio Duas Matas, localizado no município fluminense de Varre-Sai, bem na divisa com o município de Guaçuí, Região do Caparaó Capixaba.
Alem da criação de minhocas, o Sítio produz milho e araruta. Toda a administração do minhocário é realizada pelo gerente produção Maxwel Lopes que me explicou todas as etapas do processo produtivo do húmus.Apesar de ter o minhocário a mais de 8 anos, a criação intensiva para a produção de húmus teve inicio em 2010. Maxwel explica que o processo de vermicompostagem tem 4 etapas.
Na primeira etapa ocorre a maturação do esterco bovino, onde ele passa por um processo de pré-compostagem. “Aqui é o principio de tudo, o esterco recém chegado fica aproximadamente 30 dias na quarentena passando da cor esverdeada para uma cor preta, pois está quase ficando curtido.” “De dois em dois dias o esterco é revirado até completar a fermentação, sempre observando a necessidade de água. No final de 30 dias ele já perdeu aproximadamente 40% do seu volume” A 1ª etapa é quando o esterco de curral cru é deixado fermentar sempre mantendo uma umidade numa faixa de 50 a 70%.
Após a 1º etapa é feito um teste medindo a temperatura da pilha de esterco, se a temperatura estiver estabilizada significa que já pode ir para os canteiros diretamente para ser colonizado pelas minhocas. “Esse é o processo mais rápido que tem para preparar uma comida para as minhocas e transformar em húmus, mas existem outros materiais que podem ser adicionados ao esterco para enriquecer o húmus” – Explica Maxwel.
Essa é a segunda etapa quando é feita a compostagem orgânica, utilizando alem do esterco, outros resíduos orgânicos disponíveis no Sítio. Na propriedade rural quase todos os resíduos orgânicos são aproveitados. “Na compostagem a gente usa vários materiais aqui da natureza, restos de jardim, resto de silagem, palha de café, grama forrageira, tudo isso a gente mistura no pátio e a partir de 120 dias o composto orgânico fica pronto para ser servido as minhocas.”
Então são dois caminhos para elaborar o substrato que será transformado em húmus pelas minhocas. O primeiro é a utilização do esterco puro curtido e o segundo, o fornecimento da compostagem que leva mais tempo para ficar pronto, porem produz um húmus de melhor qualidade. “O que faz o húmus ficar melhor é quanto mais diferenciado for os materiais utilizados na produção de alimentos para as minhocas”  – ressalta Maxwel.
Na terceira etapa do processo, depois do alimento das minhocas pronto, tanto o esterco puro, quanto o composto orgânicos são colocados em canteiros de alvenaria, que são chamados de “cochos”. Os canteiros tem 1 metro de largura e 0,40 m de altura. As minhocas são colocadas sobre o canteiro, numa proporção aproximada de 0,5 a 1kg por metro quadrado. Como elas se alimentam sempre da parte superior para a inferior, a cada trinta dias é coletado manualmente uma parte do húmus.
As minhocas são extremamente sensíveis a luz, ao excesso de umidade, e a temperatura então cada canteiro recebe duas coberturas, uma para diminuir a incidência de luz e uma cobertura mais alta para abrigar de chuvas. É nessa etapa que se deve ter o máximo de cuidado, pois a faixa de temperatura de desenvolvimento normal das minhocas deve fica de 15 a 33˚C, e umidade relativa de 75 a 88%.
A principal espécie de minhoca para a produção de húmus é a Eisenia foetida, conhecida vulgarmente como Vermelha-da-California, é uma espécie exótica mais apropriada para a produção de húmus. Mas existem outras como a Eudrillus eugeniae (Noturna Africana ou Minhoca do Esterco).
Após a coleta do húmus, inicia-se a quarta etapa do processo que é a secagem e embalagem para venda. A secagem é feita a sombra até atingir 30% de umidade, então é embalado em sacos plásticos de 2 a 30kg,  e armazenados em local fresco e a sombra.
O húmus é utilizado por horticultores da região principalmente em cultivos de tomate para mesa. É comercializado também em lojas de jardinagem para uso doméstico em pequenas hortas e plantas ornamentais. Há mercado também para venda de minhocas e casulos para alimentação de animais e outros minhocários.
A vermicompostagem é uma forma de substituir o uso de fertilizantes sintéticos e aproveitar toda a matéria orgânica disponível para produzir um adubo orgânico de extrema qualidade. No caso do Sitio Duas Matas, o esterco de curral ainda é todo comprado de pecuaristas da região, mas o plano é integrar com a atividade de pecuária leiteira reduzindo ainda mais o custo de produção. Segundo Maxwel, todos os cuidados são tomados no momento da seleção de fornecedores de esterco, pois as minhocas são sensíveis a qualquer tipo de agrotóxico e excessos de antibióticos utilizados nos animais que podem passar para o esterco, provocando a morte das minhocas.

A integração das atividades utilizando a vermicompostagem dentro da unidade produtiva aumenta a reciclagem de nutrientes, reduz os custos de produção, aumenta a fertilidade do solo, a resistência das plantas a insetos-praga e doenças, alem de produzir alimentos num ambiente equilibrado e  de forma sustentável.

Terra, Substrato ou Condicionador de solo

TERRA, SUBSTRATO OU CONDICIONADOR. O QUE É MELHOR PARA SUA PLANTA NO REPLANTIO?
REPLANTIO – O QUE USAR?
Uma das maiores dúvidas quando adquirimos uma nova planta é se devemos ou não replantar e, se sim, no que replantar? Terra pura? Terra vegetal? Substratos ou condicionadores de Solo? Então, juntos vamos sanar essas dúvidas?
1. O QUE É TERRA?
Terra é todo aquele material que envolve as raízes das plantas no ambiente natural, é o solo onde as plantas crescem. É composta pela decomposição das rochas (o que leva-se milhares de anos e, libera para o solo e plantas, nutrientes da rocha original), matéria orgânica (decomposição de plantas e restos de animais), água, ar e vida (insetos, microorganismos, minhocas, etc.). O que diferencia uma terra boa de uma ruim é o seu teor de Matéria Orgânica, quanto maior, melhor o desenvolvimento das plantas.
2. O QUE É TERRA VEGETAL?
Terra vegetal é a mistura da terra com uma fonte de matéria-orgânica, essa mistura pode ser natural, caracterizando solos escuros (maiores fontes de matéria orgânica) ou comercial, adição de matéria-orgânica (turfa, esterco, etc.) à fonte de terra. É importante saber que, seja natural ou comercial, a terra vegetal possui nutrientes importantes para o crescimento radicular. No entanto, se ela não for de boa qualidade, corre-se o risco desse material ser fonte de contaminantes (pragas do solo e plantas daninhas) o que prejudicará o desenvolvimento das plantas.
3. O QUE É COMPOSTO ORGÂNICO?
Composto orgânico é a decomposição natural de fontes de matéria-orgânica, como por exemplo, restos de alimentos (frutas, verduras, hortaliças, etc.), palhadas de plantas (milho, cana, arroz, etc), tortas vegetais (mamona, algodão, etc.), etc. Esse composto passa por um processo de fermentação, com adição de umidade, misturas constantes e por fim, estabilização da temperatura para liberação de uso. É uma fonte rica em nutrientes, porém em baixos percentuais, pois a liberação se dá pela atividade dos microorganismos contidos no composto. Este material deve seru usado em mistura com a terra do vaso.
4. O QUE É SUBSTRATO?
Substrato é tudo aquilo que é utilizado para substituir a terra por um rápido período de tempo, pois são feitos de produtos inertes ou que não possuem liberação de nutrientes, são materiais porosos e nao retém umidade. Algumas marcas comerciais adicionam fontes de nutrientes a estes produtos, porém, como a durabilidade das plantas que se desenvolvem em substratos é rápida, geralmente de 15 a 30 dias, não dá tempo das plantas absorverem estes nutrientes, sendo que, os mesmos são lixiviados (descem com a água) durante a irrigação dos vasos e bandejas de mudas devido à alta porosidade dos substratos.
A maioria dos vasos de plantas comercializados são desenvolvidos em substratos. Nos viveiros de produção, as plantas crescem no substrato com a ajuda de fertirrigação (irrigação que veicula nutrientes na água) e com isso as plantas crescem de forma saudável. No entanto, após saírem deste sistema, conseguem sobreviver por, no máximo 15 dias, pois não possuem na água, os nutrientes necessários para sobreviverem sozinhas. É uma forma de atrair novas vendas, pois como não é feito o replantio e os vasos sempre morrem, as pessoas tendem a comprar cada vez mais.
5. O QUE SÃO CONDICIONADORES DE SOLO?
São produtos que dão excelentes condições ao solo para crescimento das plantas. À medida que as plantas crescem elas absorvem os nutrientes do solo de origem, porém estes percentuais de nutrientes são muito baixos e, como que, para cada ciclo da planta é preciso uma quantidade alta de certos nutrientes, esses elementos devem ser constantemente repostos. Além disso, algumas partes das plantas, como as raízes, necessitam de nutrientes que são denominados imóveis nas plantas, ou seja, são utilizados apenas nos pontos de absorção. Se o mesmo for aplicado de forma foliar, a deficiência irá aparecer nas raízes e vice versa. Além disso, os condicionadores são ricos em matéria-orgânica, quanto maior o teor de matéria-orgânica de um produto, maior será a sua capacidade de retenção de umidade e disponibilização dessa umidade para a absorção radicular dos nutrientes do solo.
Por isso os condicionadores são importantes para suprir os nutrientes do solo e consequentemente, dar condições ao crescimento sadio das plantas.
6. QUAL PRODUTO É IDEAL PARA O REPLANTIO DE VASOS DE FLORES?
O produto ideal é aquele que possua nutrientes, matéria-orgânica e boa capacidade de reter umidade em sua composição. E que permita que a planta cresça sem que haja a necessidade de mexer no seu sistema radicular. Dentro das explicações, o produto que mais se adequa a esse uso, sao os condicionadores de solo.

Yucca filamentosa

Nome Científico: Yucca filamentosa
Nomes Populares: Iuca-mansa, Agulha-de-adão, Iuca
Família: Agavaceae
Categoria: Arbustos, Folhagens
Clima: Equatorial, Mediterrâneo, Semi-árido, Subtropical, Tropical
Origem: América do Norte
Altura: 0.4 a 0.6 metros, 0.6 a 0.9 metros
Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene
A Iuca-mansa é uma planta arbustiva, de textura semi-lenhosa, desprovida de caule e largamente utilizada no paisagismo, devido à sua beleza e rusticidade. Ela apresenta folhas verde-azuladas, longas, lanceoladas, basais e dispostas em roseta. Com o crescimento das folhas, soltam-se das margens fibras curvilíneas, brancas, que podem desaparecer nas folhas velhas. Existem ainda muitas cultivares de iuca-mansa, com folhas variegadas de creme ou amarelo. As formas variegadas mais importantes são a “Bright Edge”, a “Golden Sword” e a “Ivory Tower”.
A inflorescência da iuca é alta, cônica, em espiga e alcança até 3,5 metros. As flores são pendulares, numerosas, de coloração branca, branca-creme ou esverdeadas, perfumadas à noite. O florescimento ocorre no verão, nas plantas mais velhas e que recebem a luz direta do sol. Elas são polinizadas pela mariposa-da-iuca (Tegeticula maculata) e, após a polinização cruzada, produzem frutos do tipo cápsula, com sementes negras e brilhantes. Após a floração e frutificação a planta morre e dá origem a filhotes, que surgem na base.
A iuca-mansa é uma planta extremamente rústica, adequando-se a uma ampla variedade climática, sendo capaz de tolerar a seca, calor intenso e mesmo neve ou geadas. Além disso, é resistente aos avanços de cães e gatos. Por estes motivos é uma ótima escolha para compor bordaduras, maciços ou conjuntos no jardim. Ela é especialmente indicada para jardins de pedra e áridos. Também pode ser cultivada em vasos e jardineiras, adornando pátios, terraços e interiores bem iluminados.
Curiosidades: Os índios norte-americanos a têm como medicinal, utilizam as fibras das folhas no artesanato e o extrato das raízes na fabricação de sabões e xampús. As flores da iuca-mansa são comestíveis, sendo preparadas em saladas ou cozidas. Diz-se que tem sabor de endívias.

Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solos arenosos ou rochosos, sendo bastante resistente à estiagem. Não tolera solos mal drenados e encharcamentos prolongados. Seu crescimento é lento, mas a haste floral cresce depressa. Multiplica-se por estacas de raízes, pela separação das mudas formadas em torno da planta mãe e mais raramente, por sementes.

Yuca elefante


A yuca elefante, cujo nome científico é  Yucca elephantipes, também pode ser chamada de yuca pé de elefante, yuca gigante ou iuca com a letra “i” no lugar do “y”. Essa planta é originário de muitos países vizinhos do Brasil, aqueles da América Central, Guatemala, Costa Rica, El Salvador, Honduras e México. A planta faz parte de um grupo cujo o nome do gênero é o mesmo do seu primeiro nome Yucca, com a diferença da repetição de uma das consoantes na hora de escrever.
Se trata de uma espécie de planta que pode atingir uma boa altura, ela pode chegar a media 8 metros, porém, somente quando plantada ao ar livre e diretamente no solo. As outras plantas do mesmo gênero não conseguem atingir a mesma altura, a média é bem menor do que os o8 metros que podem ser alcançados pela yuca elefante.
Apesar dessa altura toda, a yuca elefante, pode sim, ser cultivada dentro de um vaso e usada como planta ornamental de decoração de interiores.
Os troncos da yuca elefante são pouco ramificados e são erectos. Falando das folhas, elas aparecem em grande quantidade, são pontiagudas e mais, apresentam forma de espada. As folhas da yuca elefante são perenes e não apresentam espinhos na ponta. Para completar, se observa nas laterais da planta serrilhas, porém, vale ressaltar, que existe uma diversidade de folhas. Algumas delas são matizadas e a planta, neste caso, é chamada de yucca elephantipes variegata.
Agora falando das flores da Yuca Elefante, elas aparecem somente durante o verão e as suas principais características são: são sempre na cor branca, possuem forma de campânula e são cerosas. A curiosidade é que as flores dessa espécie são consideradas as flores nacionais de El Salvador. Não é a toa que as flores da yuca elefante aparecem no verão, na verdade, elas gostam mesmo é de sol pleno e no máximo, de meia sombra, elas precisam sempre se encontrar em uma situação soalheira (estar com sol sobre elas).
Já o solo perfeito para o cultivo da yuca elefante é aquele que possui um substrato com uma excelente drenagem. Quando a drenagem não é de boa qualidade, as raízes acabam apodrecendo e a planta morre. Outra observação importante é em relação a rega, que não pode ser em excesso de jeito nenhum. A planta só pode ser molhada novamente depois que o substrato estiver seco. O que faz com que a yuca elefante seja uma planta que tolera muito bem a falta de água.
Vamos começar com uma curiosidade sobre o nome da yuca elefante, mas precisamente, pelo nome yuca pata de elefante, tem uma explicação e tem a ver com uma das suas principais características. Esse nome foi dado porque a planta tem o tronco mais largo que a base o que faz parecer muito com a pata de um elefante, o animal, obviamente.
Por ter uma presença marcante, a yuca passou a ser muito usada para ornamentação da parte interior da casa, mas atenção as medidas. Para se ter a espécie enfeitando a sala é necessário ter espaço. As folhas da yuca elefante, por exemplo, podem chegar a ter 75 centímetros de comprimento, sem falar que as suas extremidades são pontiagudas, fazendo parecer ainda mais longa. Além disso, elas se apresentam com um tufo na parte superior porque são agrupadas. Também ficam em grupos nos troncos.
Além da beleza, uma outra vantagem da yuca elefante é que ela é ótima para combater a poluição, porque é eficaz contra o benzeno, o amoníaco e o monóxido de carbono. Se as características dessa planta animaram você a ter uma na sua casa, veja a seguir os cuidados necessários.
Como Cuidar da Planta Yuca Elefante em Casa
As plantas precisam de cuidados especiais, cada uma seguindo as suas próprias características e não seria diferente com a yuca elefante. A seguir dicas para mantê-la bonita no interior.
Para começar, quando tiver uma planta dessa dentro de casa, certifique-se de que o ficus dela esteja em um lugar com ótima luminosidade.
A planta precisa de luminosidade, mas não deve ser colocada atrás de um vidro que esteja exposto ao sol. Os raios que passam entre ele e chegam até a planta podem acabar queimando as folhas.
Quando tiver uma temperatura moderada fora de casa, coloque o vaso com a planta na varanda ou no terraço.
A yuca elefante deve ser regada com moderação, nem muita água e nem esquecer de molhar. A atenção deve ser redobrada no inverno, para não exagerar. Normalmente, é necessário esperar que a terra da parte de cima esteja seca para regar novamente.
O Que Pode Acontecer Com as Folhas da Yuca Elefante e o Motivo
De um dia para o outro as folhas da sua yuca elefante podem ficar na cor branca. Fique atento! Esse é um sinal de que a rega está sendo feita em excesso. Quando isso acontece as raízes são sufocadas e por isso, a cor branca nas folhas. Tem como reverter, diminuindo a quantidade de água e o intervalo entre uma rega e outra.
As folhas da yuca elefante também podem aparecer na cor amarela e também tem um motivo. Quando as folhas da sua planta apresentam essa coloração é porque ela está fazendo a renovação da folhagem. O que significa que está passando por um processo natural. A única coisa que deve ser feita, neste caso, é esperar que as folhas que ficaram amarela sequem, arrancar e pronto.

Não é simples de cultivar a planta yuca elefante. Se você pretende ter uma em casa é melhor comprá-la já em um determinado tamanho. Essa espécie é facilmente encontrada em lojas especializadas em venda de plantas e material de jardinagem. Antes de adquirir uma, tire as medidas do espaço que você tem em casa para colocá-la e considere as folhas longas, não coloque a sua planta em lugar de circulação para evitar que ela sofra danos.

Manjerona

Origanum majorana
A manjerona é uma planta perene que atinge de 30 cm a 60 cm de altura, e é muito apreciada como erva culinária. De aparência similar ao orégano, a manjerona tem um sabor mais suave e delicado.
Clima: A manjerona é uma planta que cresce melhor em clima ameno ou quente, não suportando bem temperaturas abaixo de 10°C.
Luminosidade: A manjerona deve receber luz solar direta ao menos por algumas horas diariamente. A manjerona terá mais aroma e melhor sabor se for cultivada em pleno sol o dia todo.
Manjerona: A manjerona pode ser cultivada em qualquer tipo de solo, desde que este seja bem drenado - imagem original: Rhonda Fleming Hayes - Licença Creative Commons
Solo: O solo deve ser bem drenado, fértil e rico em matéria orgânica. A planta cresce melhor em solos calcários de pH levemente alcalino ou neutro, mas é bastante tolerante quanto ao pH e o tipo de solo.
Irrigação: Irrigue com frequência para que o solo seja mantido levemente úmido. Tanto a falta quanto o excesso de água prejudicam a manjerona.
Plantio: A manjerona pode ser cultivada a partir de sementes ou por estaquia. As sementes podem ser semeadas diretamente no local definitivo da horta, ou podem ser semeadas em sementeiras, pequenos vasos ou copinhos feitos de papel jornal com aproximadamente 10 cm de altura e 5 cm de diâmetro, a não mais do que 0,5 cm de profundidade. As mudas de manjerona são transplantadas quando ficam grandes o bastante para serem manuseadas sem sofrer danos. A germinação das sementes geralmente leva de duas a quatro semanas.
O plantio por estaquia, ou seja, por ramos cortados de plantas adultas saudáveis, é feito cortando ramos com pelo menos 10 cm de comprimento. Cerca de dois terços do comprimento do ramo devem ficar enterrados no solo úmido. O ideal é plantar os ramos em vasos mantidos em local fresco e bem iluminado, mas sem luz solar direta, até que as mudas tenham enraizado bem.
O espaçamento entre as plantas pode ser geralmente de 20 cm, com 30 a 40 cm entre as linhas de plantio.
A manjerona também pode ser cultivada facilmente em jardineiras e vasos de tamanho médio ou grande.
Tratos culturais: Retire as plantas invasoras que estejam concorrendo por nutrientes e outros recursos.
Ramo de manjerona colha as folhas individualmente ou corte ramos a mais de 10 cm de solo
A colheita das folhas da manjerona pode começar a partir de 60 a 90 dias após o plantio. Colha as folhas individualmente quando necessário ou colha os ramos acima de 10 cm do solo, para permitir que a planta rebrote. As flores também são utilizadas como condimento, e devem ser colhidas assim que se abrem.
As folhas e flores frescas podem ser deixadas para secar em um local escuro, seco e que seja bem ventilado. As folhas e flores secas têm sabor mais intenso que as frescas.

A manjerona produz bem por 2 ou 3 anos (ou mesmo mais) se cultivada em condições adequadas. Em regiões de inverno frio, a planta é cultivada como uma anual.

Almeirão

Chicória, almeirão, escarola, endívia e Radicchio são nomes dados a cultivares de duas espécies do gênero Cichorium, que são Cichorium intybus e Cichorium endivia. Em princípio, o nome endívia é dado a todas as cultivares da espécie Cichorium endivia, escarola são as cultivares de endívias que têm folhas lisas, almeirão é um grupo de cultivares de sabor amargo da espécie Cichorium intybus, radicchio são cultivares da espécie Cichorium intybus que formam uma cabeça compacta e têm folhas de cor avermelhada, e chicória é um nome comum dado para qualquer uma das duas espécies. Entretanto, há confusão com os nomes dados para as cultivares destas plantas, de forma que nem sempre os nomes seguem o que foi dito aqui. Por exemplo, algumas cultivares de Cichorium intybus também são chamados de endívias (endívias francesas ou endívias belgas).
Clima: A temperatura ideal para cultivar chicórias se situa entre 12°C e 22°C, embora existam cultivares que toleram temperaturas mais baixas e outras que toleram temperaturas um pouco mais altas. Temperaturas acima de 25°C geralmente induzem a planta a produzir folhas menos desenvolvidas e a florescer precocemente.
Luminosidade: As chicórias podem crescer sob sol direto ou na sombra parcial, desde que haja uma boa luminosidade. As folhas de plantas cultivadas sob sol direto e altas temperaturas normalmente ficam mais amargas.
Solo: As plantas precisam de solo bem drenado, fértil e rico em matéria orgânica. O pH ideal do solo vai de 5,5 a 7. Não é necessário que o solo seja particularmente rico em nitrogênio.
Irrigação: A chicória deve ser irrigada com frequência para que o solo não resseque.
Plantio: As sementes podem ser plantadas em sementeiras ou módulos, e o transplante pode ser feito quando as mudas têm de 4 a 6 folhas, de preferência em dias nublados ou no fim da tarde, principalmente se a temperatura ambiente está alta, pois a muda pode murchar e morrer se o transplante ocorrer quando o tempo está quente e seco.
As sementes também podem ser plantadas diretamente no local definitivo da horta em regiões de clima ameno. Posteriormente algumas mudas podem ser transplantadas ou colhidas para que se fique com o espaçamento adequado.
O espaçamento recomendado depende da variedade cultivada ou cultivar, e das condições de cultivo, indo de 20 a 30 cm entre as linhas de plantio e 15 a 30 cm entre as plantas para almeirões e radicchios, e de 30 a 50 cm entre as linhas de plantio, com 25 a 40 cm entre as plantas, para endívias ou escarolas.
As chicórias também podem ser cultivadas em vasos e jardineiras de tamanho médio ou grande.
Branqueamento das folhas de chicória usando vasos para cobrir as plantas
Tratos culturais: Retire as plantas invasoras que estiverem competindo por recursos e nutrientes.
Uma prática que pode ser realizada em endívias é o branqueamento ou estiolamento. Tem o objetivo de deixar as endívias menos amargas, mais claras e mais tenras, e consiste de deixar as plantas privadas de luz antes da colheita, durante aproximadamente 15 dias. Para tal existem diversos métodos, como juntar e amarrar as folhas externas de forma a privar as folhas mais jovens de luz, colocar um objeto (por exemplo um prato ou vaso) sobre o centro de cada planta, ou cultivar em vaso e cortar todas as folhas da planta, deixando que a planta rebrote em um local escuro até o momento da colheita.
Colheita: A colheita pode ocorrer de 50 a 100 dias depois da semeadura, dependendo da cultivar plantada e das condições de cultivo. As cultivares que têm folhas soltas podem ter estas colhidas individualmente apenas quando necessário. As plantas que são totalmente cortadas na colheita podem rebrotar e proporcionar novas colheitas.

Poejo

Nome científico: Mentha pulegium L.
Partes utilizadas: Toda a planta
Propriedades terapêuticas: amebicida, aperiente, digestivo, estimulante, tônico estomacal, sudorífera.
Indicações: acidez, ardor do estômago, arroto, bronquite, catarro, cólica estomacal e intestinal, debilidade geral, debilidade do sistema nervoso, diarréia, distúrbio gastroentestinal, dor de cabeça, enjôo, gases, gripe, hidropsia, histeria, insônia, palpitação do coração, reumatismo, rouquidão, tontura, transtorno menstrual, tosse, vermes.
Modo de usar: Infusão: 20 g de planta fresca em 1 litro de água, ou 4 a 5 g por xícara de chá, ou ainda 1 a 2 g da planta seca por xícara de chá, tomar 1 a 2 xícara por dia.
O infuso deve ser tomado 10 min. antes das refeições, juntamente com o suco de 1/2 limão, estimula as funções gástricas.
Cosmética: O poejo presta-se a um delicioso banho estimulante. Ferva 100 g de folha em 2 litros de água por 10 minutos, coe e dissolva 2 colheres de sal grosso e acrescente à água da banheira.
Outros usos: serve para afugentar pulgas e mosquitos.
Afecções bucais (feridas, sapinhos, aftas): coloque 1 colher de sopa de folhas picadas em 1 xícara de chá de água em fervura. Deixe ferver por 5 minutos.
Desligue o fogo e abafe por 15 minutos. Coe e adicione 1 colher de chá de bicabornato de sódia. Faça bochechos, de 2 a 3 vezes ao dia.
Tosses (expectorante e protetor de mucosa): em 1 xícara de chá, coloque 1 colher de sopa de folhas picadas, 1 colher de sopa de quiabo bem fatiado e adicione água fervente. Abafe por 10 minutos, coe e adoce com um pouco de mel. Tome 1 xícara de chá , de 1 a 3 vezes ao dia. Para crianças dar somente metade da dose.
Conta indicações: A pulegona é citada por possuir efeito tóxico em altas doses. Devido à presença do borneol, não se recomenda o uso de planta por grávidas, especialmente nos 3 primeiros meses.
Outras observações: Muito antes de existirem os sprays inseticidas, a sabedoria popular já utilizava a vaporização do poejo para afugentar os parasitas. Poejo vem do latim pulex (pulga), pois os antigos Gregos e Romanos já utilizavam os seus vapores para matar as pulgas.
As propriedades medicinais do poejo já se conhecem desde há milênios. Dioscórides, o grande médico e botânico grego do século I DC , dizia que tinha “força de aquecer, emagrecer e de digerir”, ou seja, encheu demasiadamente o estômago, pede uma xícara de poejo para ajudar a fazer a digestão.
Alguns povos da antiguidade usavam o poejo para confeccionar coroas empregados em cerimônias religiosas. Os antigos chineses também já faziam referências a suas virtudes calmantes e antiespasmódicas. É uma planta vivaz, perene, de 30 a 50 cm de altura. Folhas verde vivo, pequeninas e de cheiro parecido com hortelã pimenta, caules frouxos, rastejantes, lançando raízes nos pontos em que entram em contato com o solo.
Pede clima ameno, com muita claridade mas sem incidência direta de sol, solo leve e rico em matéria orgânica, úmido. Se vista contra a luz, observamos nas folhas numerosos pontos clatos, que armazenam o óleo essencial.
As flores róseas ou violáceas se agrupam formando bolas que surgem a partir da metade superior dos ramos. É uma espécie de menta que se diferencia das outras por possuir odor mais forte.
Cultivo:
É cultivada ou nasce espontaneamente em regiões de solo mais úmido, necessitando receber, no mínimo, 4 horas diárias de luz solar direta. A melhor reprodução se dá através dos ramos da planta-mãe, plantados, de preferência, na primavera ou outono, em solo bem ad Planta perene, rasteira e herbácea, de 30 a 50cm de altura e que desenvolve intensamente seu ritmo foliar.
Possui, sobre os rizomas alongados, pequenos caules muito ramificados, de coloração verde-clara, que atingem até 40cm de comprimento.
As folhas são estreitas e ovais, de coloração acinzentada.
As flores de coloração rósea ou violeta são reunidas em inflorescências que surgem a partir da metade superior dos ramos.
Clima: Temperado.
Luminosidade: Sol pleno.
Solo: Tem predileção por solos muito úmidos.

Propagação: Rizomas.ubado, profundo e úmido, espalhado-se com grande facilidade.

Salvia tempero

Salvia officinalis
A sálvia, também chamada de salva ou salva-das-boticas, é uma planta cultivada desde a antiguidade para fins medicinais. Suas folhas são usadas como tempero e para fazer chá, e é também muito cultivada como planta ornamental em jardins. Há várias cultivares desta planta, com folhas e flores de diversas cores.
Clima: A sálvia é uma planta que prefere clima subtropical, sendo adequadas para seu cultivo temperaturas entre 3°C e 29°C, embora cresça melhor em temperatura amena.
Luminosidade: A sálvia precisa de luz solar direta ao menos por algumas horas diariamente.
A sálvia ou salva é uma planta perene - imagem original: Living in Monrovia - Licença Creative Commons
Solo: O solo deve ser bem drenado, leve, fértil e rico em nitrogênio. A planta é bastante tolerante quanto ao pH e o tipo de solo, desde que este não retenha muita água. A sálvia pode crescer bem mesmo em solos pedregosos.
Irrigação: Irrigue com frequência para que o solo seja mantido levemente úmido. O excesso de água prejudica as plantas, principalmente quando a temperatura está baixa. Plantas adultas são moderadamente resistentes a curtos períodos de seca, mas a sálvia cresce melhor se não falta
água.
Plantio: A sálvia ou salva pode ser cultivada a partir de sementes, por estaquia, por alporquia ou por divisão de touceiras. As sementes podem ser semeadas em canteiros, sementeiras, pequenos vasos e outros recipientes, sendo transplantadas quando ficam grandes o suficientes para serem manuseadas sem causar danos as mudas. Plante as sementes a 1 cm de profundidade ou menos. A germinação das sementes leva duas ou três semanas.
Os outros métodos são recomendados para quem quer obter plantas com as mesmas características da planta mãe (clones). O plantio por estaquia é feito cortando ramos lenhosos e plantando estes em solo bem úmido, até que enraízem.
Como nem sempre é fácil conseguir que os ramos enraízem para formar as mudas, muitas vezes é preferível usar a alporquia, que consiste em estimular o surgimento de raízes em ramos da planta antes que estes sejam cortados. Isto é feito geralmente curvando um ramo até o solo, e enterrando um trecho deste para que enraíze neste local.
Após o enraizamento, o ramo é cortado antes do trecho que enraizou, e a muda é então cuidadosamente desenterrada e transplantada. Outro método consiste em amontoar terra em torno de uma planta adulta, de forma que seus ramos enraízem. Então a planta é cuidadosamente desenterrada e os ramos enraizados são cortados e plantados em um novo local. Em todos estes casos, o tempo necessário para que ocorra o enraizamento dos ramos é de aproximadamente um mês.
O espaçamento pode ser geralmente de 60 a 80 cm entre as linhas de plantio e de 40 a 50 cm entre as plantas.
A sálvia também pode ser cultivada em jardineiras e vasos. Ela pode sobreviver em vasos menores, mas estes devem ser de tamanho grande se o objetivo for atingir um bom desenvolvimento da planta.
Tratos culturais: Retire plantas invasoras que estejam concorrendo por nutrientes e recursos.
Para manter a produtividade e a qualidade, as plantas precisam ser substituídas depois de três a cinco anos, quando se tornam muito lenhosas.
Colheita: A colheita das folhas da sálvia ou salva pode ser iniciada quando as plantas estão bem desenvolvidas. No primeiro ano é possível fazer uma colheita leve. Nos anos seguintes, duas colheitas por ano. Para uso doméstico, colha folhas ou ramos quando necessário. A colheita pode ser feita de 90 a 120 dias após o plantio.

Os ramos ou folhas devem ser colhidos antes que a floração comece, o que ocorre geralmente somente a partir do segundo ano. Os ramos e folhas podem ser usados frescos ou secos, sendo que a secagem dos ramos deve ser feita em local fresco e bem ventilado, sem ficarem expostos à luz solar direta.

Citronela

A citronela é uma planta aromática que ficou bem conhecida por fornecer matéria-prima (óleo essencial) para a fabricação de repelentes contra mosquitos e outros insetos. Considerado um ótimo repelente, o óleo da citronela é rico geraniol e citronelal. Suas longas folhas lanceiformes típicas de plantas monocotiledôneas também são úteis na confecção de adereços, como colares, pulseiras ou tecidos trançados.
É uma planta típica tropical que necessita de muito sol, solo fértil para prosperar e um pouco de cuidado para não amassá-la, uma vez que não é resistente a pisões. Por tal motivo, é necessário escolher um local apropriado antes do plantio, fora do caminho de pessoas e com pouca sombra. É importante misturar uma boa quantidade de adubo orgânico ao solo antes do plantio para aumentar a fertilidade.
A maneira mais fácil de multiplicar esta planta em várias outras é fazendo a divisão das touceiras e replantando como novas plantas. Não há segredo. Basta separar algumas touceiras e cortar as folhas deixando apenas os caules. Uma recomendação importante, é não planta-las de forma espremida, mas sim de forma bem espaçada, deixando um pouco mais de meio metro. Recomenda-se um espaço de um metro se você não precisar de uma cobertura tão densa entre cada uma das mudas. Assim, quando crescerem, não competirão entre elas.
 Por ser uma planta de clima quente e úmido é recomendável molhá-la todos os dias, de forma que o solo não fique nunca completamente seco. Lembre-se apenas de não encharcá-lo, pois o excesso de água é extremamente prejudicial à espécie, favorecendo a aparição de doenças.
Dicas: A citronela não precisa ser usada somente na forma de óleo ou vela, suas folhas podem ser queimadas em incensórios domésticos próprios ou ainda pode-se usar seu óleo essencial em difusores elétricos para potencializar o efeito repelente.
Ferver algumas folhas de citronela e fazer uma espécie de chá lhe renderá um ótimo produto para limpeza de pisos e azulejos que afugenta os mosquitos.
Para evitar que os mosquitos pousem na pele e causem picadas e irritações, basta amassar e esfregar uma folha de citronela nas partes do corpo mais atingidas, como braços e pernas. Desta forma, os mosquitos e pernilongos dificilmente se aproximarão.
Mantenha sempre uma muda de citronela em um vaso dentro de casa ou escritório, e, sempre que quiser, corte um pedaço pequeno de uma das folhas para que sua essência se espalhe mais pelos cômodos.
Não confunda com o capim-limão
Ainda é muito comum a confusão entre a citronela e o capim-limão, que, apesar de pertencerem ao mesmo gênero e serem realmente próximas, são plantas diferentes.

Dá para diferenciá-las pelo aroma. Enquanto o capim-limão apresenta um cheiro mais suave, que lembra o limão, o citronela é bem mais intenso.

Pimenta Dedo-de-Moça

A Pimenta Dedo-de-Moça (Capsicum baccatum) possui de  8 a 10 cm de comprimento. É especialmente usada para fabricar molhos, na produção de temperos e, ainda, utilizada para realçar o sabor de várias receitas culinárias. Mas o motivo de adicioná-la como tempero nas refeições, sanduíches e salgadinhos, é mesmo pela ardência que provoca ao ser mastigada.
Originárias das Américas, as pimentas do gênero Capsicum apresentam diversas cores – amarelo, laranja, roxo e verde e são utilizadas na produção de geleias e doces, páprica picante, pizzas, pratos especiais, conservas, molhos líquidos, spray paralisante, utilizados em defesa pessoal, corantes e inseticidas em cultivos orgânicos e agroecológicos.
Seu uso como condimento é o principal mercado, mas o interesse pela pimenta como ornamentação vem fazendo diferença nas floriculturas, já que elas enfeitam e fazem bonito em canteiros, vasos ou jardins verticais. Uma de suas belezas está na mudança de cor durante o amadurecimento, que vai do verde, passa por tonalidades de laranja e se reveste de vermelho vivo. O brilho da pele colorida em contraste com o verde das folhas, portanto, tem levado a pimenteira para dentro de casas, escritórios e outros ambientes.
A pimenteira se adapta muito bem aos climas quentes. É sensível a baixas temperaturas e não tolera geadas. Por isso, deve ser cultivada nos meses de calor. Mesmo em vaso, o plantio pode ser para consumo próprio. Como alimento, a pimenta tem seu lado nutritivo. Contém vitamina A e é excelente fonte de vitamina C e B, além de possuir boa quantidade de magnésio, ferro e aminoácidos. Ela também tem efeito emagrecedor ao acelerar o metabolismo do organismo de quem a consome. O gosto forte do condimento está presente no caroteno, pigmentação que dá a cor vermelha à planta.
Como plantar a Pimenta Dedo-de-Moça
1- O solo deve ser fértil, leve e bem drenado.
2- Garanta o mínimo de seis horas de insolação diária, direta ou não.
3- Adquira mudas de produtores experientes ou, se preferir, faça o uso de sementes, comercializadas em casas do ramo. Neste último caso, a germinação ocorrerá de 15 a 20 dias após o plantio e as mudinhas devem ser mudadas quando apresentarem de 4 a 6 folhas, cerca de 50 a 60 dias após a semeadura no recipiente.
4- Plante a muda no vaso, tendo o cuidado para não ferir as raízes ao retirá-las da embalagem e irrigue regularmente porém evitando encharcamentos. O transplantio pode ser feito em qualquer época do ano nas regiões mais quentes, desde que sejam irrigadas na seca. Nas regiões frias devem ser transplantadas no verão.
Dicas de manejo da Pimenta Dedo-de-Moça
Tratam-se de plantas que gostam de climas tropicais. Assim, em regiões mais frias, essa é a época ideal para o plantio.
Faça a poda após o período de frutificação e no caso de colheitas contínuas. A prática deve ocorrer logo que a produção tenha cessado. A poda estimula o rebrotamento e a produtividade da planta.
A pimenteira pode produzir por vários meses, mas isso depende de condições favoráveis, como temperatura, fertilidade e variedade da espécie utilizada. Em geral, a colheita leva de 50 a 55 dias após a floração. Em locais de temperaturas mais elevadas, o desenvolvimento da pimenta é mais rápido.
As pimentas apresentam diferentes pontos de colheita, de acordo com cada tipo, região de cultivo e época do ano. O ciclo da cultura e o período de colheita são afetados diretamente pelas condições climáticas e pelos tratos culturais, como adubação, irrigação, incidência de pragas e doenças, e a adoção de medidas de controle fitossanitário.
De maneira geral, o ponto de colheita ideal das pimentas é determinado visualmente, quando os frutos atingem o tamanho máximo de crescimento e o formato típico de cada espécie e a cor específica.

Capim-cidreira

O capim-limão (Cymbopogon citratus), também conhecido como
capim-cidreira ou capim-santo, é uma planta tropical nativa da Índia. Muito apreciado como chá, é também usado como tempero e para fins medicinais. O óleo essencial extraído de suas folhas, rico em citral, tem diversos usos industriais. Também é utilizado por apicultores para atrair enxames de abelhas para novas colmeias, pois mimetiza razoavelmente bem o feromônio de atração produzido pela glândula de nasonov das abelhas.
Outra planta também chamada de capim-limão, e que é usada da mesma maneira, é a espécie Cymbopogon flexuosus, similar a espécie Cymbopogon citratus, porém de maior porte. Ambas podem ser cultivadas do mesmo modo.
Capim-limão ou capim-cidreira
Clima: O capim-limão cresce melhor em clima quente e úmido. Contudo, pode ser cultivado em regiões mais frias se mantido em vasos ou outros recipientes que podem ser movidos para locais aquecidos durante períodos de baixas temperaturas.
Luminosidade: O capim-limão necessita de alta luminosidade, com luz solar direta pelo menos algumas horas por dia.
Solo: Cultive de preferência em solo bem drenado, leve, fértil e rico em matéria orgânica.
Irrigação: Irrigue de forma a manter o solo úmido, sem que fique encharcado.
Plantio: O plantio é feito retirando-se mudas de plantas bem estabelecidas. Retire da touceira mudas com algumas raízes, consistindo de uma haste grossa ou duas hastes finas. É incomum cultivar a espécie Cymbopogon citratus a partir de sementes, pois a planta raramente floresce. Já a espécie Cymbopogon flexuosus floresce normalmente e é possível usar suas sementes no plantio, semeando em local bem iluminado e fazendo posteriormente o transplante para o local definitivo.
O espaçamento recomendado é de 40 cm a até 100 cm entre as plantas, dependendo da fertilidade do solo, pois a planta pode crescer bastante em solos muito férteis.
O capim-limão pode ser facilmente cultivado em vasos grandes, com pelo menos 30 cm de diâmetro.
Tratos culturais: Mantenha a plantação livre de plantas invasoras que competem com o capim-limão por recursos e nutrientes nos primeiros meses de plantio.
A cada 3 ou 4 anos, as touceiras podem ser divididas e replantadas para melhorar a produtividade, visto que ficam muito espessas, com pouco espaço para crescer.

Colheita: A colheita das folhas pode ser feita três ou quatro meses após o plantio. Colha folhas individualmente quando necessário ou corte tudo. Em regiões de clima adequado, a colheita total das folhas pode ser feita três ou quatro vezes ao ano. O melhor é colher no início da manhã, para diminuir a volatização dos óleos essenciais presentes nas folhas, maior no calor das horas mais quentes do dia.